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“Os operadores econ\u00f3micos e jur\u00eddicos aguardavam os primeiros precedentes judiciais (especialmente o caso Celsa) para se moverem com um pouco mais de certeza sobre a interpreta\u00e7\u00e3o e as possibilidades oferecidas pelo novo quadro jur\u00eddico”, confirmam Miguel Lamo de Espinosa e Rodrigo L\u00f3pez. Al\u00e9m disso, acrescentam que “o consenso geral \u00e9 que a certeza proporcionada pelos…<\/p>\n","protected":false},"featured_media":0,"template":"","categoria":[],"class_list":["post-268707","noticia","type-noticia","status-publish","hentry"],"acf":[],"yoast_head":"\n
O caso Celsa e as primeiras decis\u00f5es judiciais favorecem as reestrutura\u00e7\u00f5es | El Economista - Despacho de abogados G\u00f3mez-Acebo & Pombo<\/title>\n\n\n\n\n\n\n\n\n